domingo, 30 de outubro de 2011

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Curso de História da Univás promove exposição em Congonhal



Por Cyntia Andrade
Ascom/Fuvs


Isso é fazer História na Univás!

O curso de História da Universidade do Vale do Sapucaí (Univás) em parceria com a Prefeitura da cidade de Congonhal por meio da Secretaria de Ação Social, Cultura e Turismo, realizaram nos dias 22 e 23 de outubro na Praça Central da cidade uma exposição de vários banners contando a história da cidade através de imagens.

As imagens foram trabalhadas e desenvolvidas em parceria com funcionários da prefeitura da cidade, com o apoio da representante da secretaria, Tais Cristina dos Santos e dos professores Andrea Silva Domingues, José Roberto Gonçalves e Rubens Barros Laraia do curso de História da Univás.

A atividade contou com o envolvimento de diversos alunos do curso de História da Univás que atuaram como monitores de extensão, dialogaram com os moradores do município e coletaram várias memórias referentes às lembranças das fotografias que irão contribuir na elaboração de um livro de imagens que será publicado pela Prefeitura de Congonhal.

A ação em Congonhal teve como objetivos identificar traços da cultura e da história do município que se perderam ou ficaram esquecidos na memória da população através da fotografia, oportunizar aos habitantes da cidade um contato visual com parte de sua história da cidade e identificar e separar as principais imagens que representem o acervo histórico e artístico do município, criando assim subsídios para enriquecer o conhecimento da história regional.

Essa atividade compõe uma das etapas dos trabalhos dos docentes e discentes do curso de História que vem desenvolvendo projetos de extensão que demonstram que a História é Movimento e que ela se faz juntamente entre um diálogo de passado, presente e com perspectivas para o futuro.

Amanhã, dia 26 de outubro, das 9 às 15 horas o projeto "História em Movimento" estará na cidade de Pouso Alegre também com imagens dialogando com os moradores na Praça Senador José Bento.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

I Simpósio de Espaço, Sociabilidade e Ensino


O I Simpósio de Espaço, Sociabilidade e Ensino busca discutir as questões relacionadas aos múltiplos espaços, às diferentes formas de sociabilidade e o ensino. O objetivo deste é fomentar problematizações relacionadas à sociedade e economia, o espaço e o tempo, e a cultura e educação, matizes que balizam as discussões contemporâneas tanto na pesquisa quanto no ensino. Pretende-se também dar continuidade a discussões que se firmaram sobre os fundamentos teóricos e metodológicos das pesquisas realizadas sobre a responsabilidade social do ensino de História e das diferentes áreas do saber, da luta contra a redução das desigualdades e da diversidade humana na interface com a Educação e a História. Como resultado desse movimento e do significativo acúmulo de conhecimentos produzidos, constata-se a crescente definição de objetos, fontes, metodologias e diálogos interdisciplinares que envolvem trabalhos em seus aspectos teóricos, metodológicos e temáticos, além da promoção do debate sobre as diversidades e as fronteiras. Diante disso, o tema "Espaço, Sociabilidade e Ensino” põe em pauta os possíveis diálogos da história e do ensino em fronteiras interdisciplinares, bem como sua aplicação, especialmente na diversidade do mundo contemporâneo.

Linhas de grupos de trabalho para apresentação de comunicação oral

1 – População, espaços, economia e territorialidade
2 – Cultura e sociabilidade
3 – Ensino e sociedade 

O evento ocorrerá no Hotel Marques Plaza da cidade de Pouso Alegre e no Campus Fátima da Universidade do Vale do Sapucaí, com promoção do Curso de História da FUVS/UNIVÁS, nos dias 07,08 e 09 de dezembro de 2011.

Programação:
Dia: 07/12 - Quarta-feira – 19h às 22h – Palestra de Abertura: Profª Dra. Maria do Rosário da Cunha Peixoto do Programa de Pós-Graduação em História da PUC-SP.
Tema: Cultura, Ensino e Memória

Dia: 08/12
- Quinta-feira
14h às 16h Oficinas
16h às 18h Comunicações Científicas
19h às 22h Palestra Profº Dr. Alexandre Saes – Departamento de Economia da USP.
Tema: História econômica e o ensino no Sul de Minas Gerais.

Dia: 09/12
- Sexta-feira
14h às 16h Oficinas
16h às 18h Comunicações Científicas
19h às 22h Palestra Profª Ms. Cristiane Ferreira Nascimento  Universidade de Juiz de Fora – UFJF
Tema: Espaços, Tempos e Imagens



Inscrições nos grupos de trabalhos para comunicação científica oral

Os Grupos de Trabalho são os locais onde trabalhos concluídos ou em andamento sejam apresentados por professores, pesquisadores, estudantes de graduação e pós-graduação e graduados, estes espaços oportunizam o intercâmbio de conhecimentos. Os trabalhos deverão possuir temas ligados às linhas de pesquisa proposta pelo comitê científico. Os interessados deverão encaminhar resumo e texto completo para publicação em anais do evento (CD) para simposioese2011@gmail.com no período de 20/10 a 11/11.
As cartas de aceite serão enviadas até a data de 18/11/2011.




Valores das Inscrições:

Ouvinte com oficinas: R$10,00
Apresentação de trabalhos: R$15,00
Dados para depósito:
Banco Itaú:
Agência: 2357
Conta poupança:  04540-6 / 500
Andrea Silva Domingues


Normas para envio de artigo completo para aceite e publicação nos Anais do 
I Simpósio de Espaço, Sociabilidade e Ensino


 Observações gerais


A publicação será feita no suporte CD-ROM.


O artigo deverá ser enviado já totalmente revisado, em Word e em PDF. Não serão aceitos arquivos em outro formato.


 Não haverá revisão pela comissão organizadora do artigo enviado, sendo o texto de total responsabilidade de seu(s) autor(es).


Antes de ser enviado, o autor do texto deverá certificar-se de que o texto está definitivamente revisado, pois não serão aceitos arquivos de substituição em nenhuma hipótese. Pedimos, então, especial atenção antes de enviarem o texto e de não insistirem junto à comissão organizadora para eventuais substituições do arquivo. Essa norma é indiscutível, pois visa a uma boa organização desse trabalho que conta, sobretudo, com voluntários.


Normas editoriais

·         O arquivo (obrigatoriamente em Word e PDF – contendo o texto completo deverá ser enviado por e-mail para o endereço: simposioese2011@gmail.com
·         O assunto da mensagem que encaminhará o artigo deverá vir da seguinte maneira: Artigo de seguido do nome completo do autor (e co-autores quando houver) como no exemplo: Artigo de Andrea Domingues. Aquele que apresentar mais de um trabalho e quiser publicá-los deverá acrescentar depois do nome próprio o número do trabalho, como no exemplo: Artigo de Andrea Domingues 1, Artigo de Andrea Domingues 2.
·         Normas para digitação do texto: letra Times New Roman, 12, espaço 1,5, estilo normal, alinhamento justificado. Mínimo de 07 laudas máximo de 10 laudas.
·         O título do artigo deverá vir em letra Times New Roman 14, em negrito, todo em letra maiúscula, margem centralizada.
·         Duas linhas abaixo do título, colocar o(s) nome(s) completo(s) do(s) autor(es), em letra maiúscula, alinhamento margem direita, e, na linha abaixo (espaço simples e também alinhamento margem direita) a Instituição (também todo em letra maiúscula) a que pertence (de forma abreviada, se possível).
·         Será obrigatório um resumo (em língua portuguesa ou em língua espanhola), que deverá ser colocado duas linhas após o nome da instituição a que pertencem. O resumo deverá ser seguido da palavra RESUMO e seguido também de dois pontos (:). O resumo (e a palavra RESUMO) deverá vir em espaço simples, Times New Roman, 10, alinhamento justificado. O resumo deverá ter, no mínimo, 100 e, no máximo, 250 palavras.
·         O texto em si (ou o corpo do texto) deverá vir duas linhas abaixo do resumo e deverá ser redigido em língua portuguesa ou em língua espanhola.
·         Citações textuais com mais de 4 linhas deverão ser destacadas com recuo de margem esquerda (2 cm), espaço simples e letra Times New Roman, 10. As notas de rodapé deverão ser de natureza substantiva (não bibliográficas). As referências bibliográficas devem vir ao final do artigo.
·         A citação de fontes bibliográficas, entre parênteses, no próprio texto, deverá seguir o sistema “autor, ano e página”. Exemplo: (DOMINGUES, 2004, p. 80).
·         As referências bibliográficas, no final do texto, deverão obedecer às normas da ABNT, como nos exemplos abaixo:
·         Citação de livro: JAPIASSÚ, H.; MARCONDES, D. Dicionário básico de filosofia. Rio de Janeiro: Zahar, 1990.
·         Capítulo de livro: SANTIAGO, S. O narrador pós-moderno. In:__. Nas malhas da letra: ensaios. Rio de Janeiro: Companhia das Letras, 1989. p. 38-52.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

As capas desta história

Dos panfletos revolucionários aos folhetins irreverentes, de Marighella a Lula, o livro "As capas desta história reúne mais de 300 imagens de jornais alternativos, clandestinos e produzidos no exílio entre 1964, ano do golpe, e 1979, quando foi aprovada a Lei da Anistia

"Correio Braziliense", considerado o primeiro jornal da imprensa brasileira era feito em Londres, onde vivia seu  editor, Hipólito José da Costa; em 1808, era distribuído de forma clandestina para escapar da censura da corte portuguesa

O "Jornal do Subiroff" foi criado em 1920 por Nereu  Rangel Pestana, filho de Nestor Pestana, diretor de redação de o "Estado de São Paulo. Nereu aproveitou a boataria sobre a Revolução Russa de 1917 e inventou um personagem, "Ivan Subiroff", um grande soviético em terras brasileiras. Nereu conseguiu com a proeza de fazer um jornal com artigos sérios, e cujo personagem principal simplesmente não existia

"O Pasquim" foi talvez o mais famoso veículo de imprensa alternativa irreverente. em novembro de 1970, agentes do DOI-Codi invadiram a redação e prenderam a equipe. A edição saiu assim mesmo com a ajuda de jornalistas, escritores e artistas. Na confusão, a data acabou saindo errada no cabeçalho. Durante oito semanas, a mobilização para manter o jornal nas bancas afirmou-se como um ato de resistência. "O Pasquim" teve vida longa e sobreviveu à censura prévia e à desordem administrativa. Permaneceu em circulação até 1991

"Movimento" nasceu em 1975. Ao sair de "Opinião",  a equipe liderada por Raimundo Pereira decidiu produzir um jornal sem patrão empresário. Inovou por ter um programa explícito em defesa de uma frente de oposição à ditadura e de uma Assembleia Constituinte. Cobriu o movimento popular, as greves, o surgimento da liderança de Lula. Sobreviveu a divergências políticas e à precariedade financeira

"Ex", lançado em 1973, é criação de Sérgio de Souza e Narciso Kalili, com a colaboração de Paulo Patarra, Hamilton de Almeida Filho (Haf), Mylton Severiano da Silva, Décio Nitrini e outros. Sérgio e Narciso conheceram-se na Revista Realidade, militaram juntos na AP (Ação Popular) e ligaram-se ao psicanalista Roberto Freire. O jornal trazia todos os meses 40 páginas de reportagem contundentes e críticas. Em 1975, os 50 mil exemplares da edição sobre o assassinato de Vladimir Herzog esgotaram-se. A segunda tiragem foi apreendida pela polícia

"Repórter" surge em 1977 com uma missão específica:  levar o tema dos direitos humanos aos trabalhadores da Baixada Fluminense. Na busca pela linguagem das ruas, o jornal agride, provoca, resvala no sensacionalismo e na escatologia. Narra um cotidiano de violência e miséria. No auge, chega a vender 100 mil exemplares. Acuado pelo regime, perseguido pela polícia e pela extrema direita, o jornal dirigido por Luiz Alberto Bettencourt e Alex Solnik muda a linha e perde o rumo

Com "Poratim", de 1978, a questão indígena  ganha destaque entre os alternativos, num período de muita tensão, provocada pela expansão acelerada da fronteira agrícola brasileira. O jornal foi criado pelo Cimi (Conselho Indigenista Missionário) fundado pelo bispo  dom Tomás Balduino. Circulou inicialmente como boletim mimeografado, publicado em Manaus. A partir de junho de 1979, ampliou sua distribuição e adotou formato tabloide, que mantém até hoje 

"Tribuna Metalúrgica" foi lançado em 1971 pelo Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo e Diadema. Com a retomada do sindicalismo combativo na campanha salarial de 1977, o jornal passou a desempenhar um papel importante na mobilização dos trabalhadores do ABC. Tinha como diretor Luiz Inácio da Silva, que ainda não assinava Lula, como se vê logo abaixo do nome do jornal. Nas greves de 1978 e 1979, chegou a rodar todos os dias. Nos períodos de intervenção no sindicato, era distribuído clandestinamente  nas fábricas, sempre estampando as mensagens de João Ferrador, o personagem-símbolo da categoria, concebido pelo jornalista Félix Nunes  

"Tição" expressa a reorganização das comunidades afrodescendentes e a retomada das lutas contra a discriminação. em 1978, quando o jornal foi lançado, representantes de vários núcleos formados ao longo dos anos 70 uniram-se para criar o Movimento Negro  Unificado, que teve atuação política destacada na década seguinte. O jornal, dirigido por Vera Daisy Barcelos, reuniu militantes de esquerda e ativistas do Rio Grande do Sul empenhados em demolir o mito da democracia racial, tão caro à ditadura

O jornal "Política Operária" passou por três fases desde 1961, quando foi lançado. Até o golpe militar era publicado pela Polop, organização criada por intelectuais e militantes que divergiam do PCB. Na segunda fase, depois do golpe, foi relançado  pelo POC ( Partido Operário Comunista) para intervir no debate sobre a luta armada contra a ditadura. Voltou a circular nos anos 70, após a rearticulação da Polop. Na capa, a denúncia do assassinato do jornalista Luiz Eduardo da Rocha Merlino

"Palmares" põe em cena outra vertente das organizações armadas. Logo  depois do golpe, já sob a inspiração da teoria do foco guerrilheiro, dissidências da Polop unem-se a militares contrários ao regime e tentam partir para a ação. Nascem nesse processo agrupamentos como Colina (Comando de Libertação Nacional) e VPR (Vanguarda Popular Revolucionária), que se unem em 1969 para formar a VAR-Palmares (Vanguarda Revolucionária - Palmares) sob a liderança de Carlos Lamarca. O jornal da organização circulava apenas entre os militantes

"Unidade e Luta" surge em 1972, num momento delicado para ALN (Aliança Libertadora Nacional ). As prisões em massa e o assassinato de líderes importantes, como Carlos Marighella e Joaquim Câmara Ferreira, acendem a luz vermelha para parte da militância, que se agrupa na TL (Tendência Leninista) e exige um debate sobre os rumos da organização. Nas cinco edições da revista, a TL defende às ideias originais de 1967, que não concebiam a violência revolucionária  desassociada dos movimentos populares, como acabou acontecendo

Produzido por exilados do PCB no Chile, o "Brasil Hoy" saiu com a líder comunista Angela Davis na capa para demonstrar  que a luta contra a ditadura chegara ao que se chamava  de coração do imperialismo, referindo-se aos Estados Unidos. Nos anos 70, uma ampla rede de ativistas acadêmicos e intelectuais norte-americanos teve participação importante nas denúncias sobre a repressão no Brasil e o engajamento do governo dos EUA na violação dos direitos humanos na América Latina

A força do boletim "Frente Brasileira de Informação" residia no seu caráter de frente ampla, reunindo várias organizações oposicionistas. Mas com o tempo, as divergências passaram a minar o projeto de Miguel Arraes. As tensões eram fortes principalmente no Chile. Os agrupamentos mais à esquerda criticavam duramente o tom informativo predominante, exigindo debates e posicionamentos mais incisivos a respeito dos caminhos a serem seguidos pelas oposições no exílio. Contestado, o FBI deixa de circular em 1974


Fonte: UOL Notícias -  25 de outubro de 2011

sábado, 10 de setembro de 2011

Você quer ajudar?


















Vinicius Zanotti

Escrevo para apresentar um projeto que tenho desenvolvido desde o último ano, chamado “Escola de Bambu”. No período em que estive fora do Brasil, tive a oportunidade de viajar para a Libéria, país extremamente pobre situado ao oeste do continente africano, logo acima de Serra Leoa.

A Libéria tem uma história triste, devastada por uma guerra civil que durou 15 anos e só se encerrou em 2003. A maior parte dos soldados eram crianças cooptadas pela guerrilha e estimuladas a combater. Ainda hoje é difícil imaginar que isto tenha ocorrido em uma nação que, em 1979, foi considerada a mais pacífica do mundo pelo Guinness Book of Records.

Neste país em que não existe rede pública de energia elétrica, saneamento básico, semáforos em funcionamento, asfaltamento em ruas, transporte público e tantos outros benefícios existentes no lado ocidental do mundo, encontrei uma das pessoas mais incríveis que já tive a oportunidade de conhecer: Sabato Neufville.

Sabato, 34 anos, solteiro, adotou 9 crianças órfãs de guerra e é o principal organizador do “United Youth Movement Against Violence”, cuja finalidade é educar adolescentes liberianos e evitar que virem estatística nos elevados índices de violência infantil que ainda atormentam o país.

Sabato tem salário de U$ 800 mensais para trabalhar em cargo inferior na missão que a ONU mantém na Libéria. Com este dinheiro, além de alimentar e estudar os 9 filhos adotados, financia atividades de teatro, dança e música em dois diferentes bairros. Se não bastasse, ainda construiu uma escola para que 250 crianças da periferia de Monróvia, a capital, pudessem ser educadas na comunidade de Fendell.

O salário que ele consegue repassar aos professores são irrisórios U$ 10, quando o mínimo na Libéria é de U$ 60 mensais. Mesmo assim, os professores da unidade construída com bambus enfileirados não pensam em procurar outro trabalho. Eles sabem que, se abandonarem a comunidade de Fendell, dificilmente aquelas crianças terão outra oportunidade para estudar. A falta de estudo, para aqueles professores, transformará os jovens em presas fáceis de serem cooptadas e levadas ao campo de batalha num eventual novo conflito.

Diante desta situação, decidi gravar o documentário “Escola de Bambu”. Trouxe o material para o Brasil e retomei contatos profissionais para que pudéssemos finalizá-lo. Depois de concluído o vídeo, decidimos nos organizar para construir uma escola de alvenaria em substituição à de bambu. O amigo e arquiteto André Dalbó fez o projeto da nova escola, com banheiros, energia solar e saneamento básico; e agora estamos em fase de captação de recursos.

Enquanto buscamos parcerias com empresas ou instituições que se disponham a patrocinar o projeto, cujo valor total é de R$ 337.119,55, vamos vender DVDs, camisetas e canetas para ajudar a cobrir o orçamento.

Gostaria de pedir a todos vocês uma colaboração neste sentido. Seja comprando um dos produtos ou indicando pessoas que possam ter interesse em nos ajudar nesta empreitada.

Estamos organizados em um grupo que reúne mais de 20 profissionais brasileiros, todos atuando como voluntários, para tentar levar um pouco de esperança e desenvolvimento ao povo acolhedor, sorridente e pacífico da comunidade de Fendell. É o mínimo que a vida e que aquelas crianças podem esperar de nós.

Quem estiver interessado em conhecer mais do projeto, pode acessar:

Neste endereço, você encontrará uma loja online onde pode realizar sua doação comprando algum dos produtos ali oferecidos.

Muito obrigado por chegar até aqui!

Tem muita coisa errada neste mundo sem compaixão de que nos falou Hegel, mas não é por isso que deixaremos de lutar para torná-lo um pouco menos desumano.