domingo, 2 de dezembro de 2012


Luana Tais dos Santos

Tema: O Estado Novo.

Delimitação do tema: As leis trabalhistas no governo Vargas.

Problematização: Efeitos da CLT (Consolidação das leis trabalhistas) causados na classe trabalhadora durante o governo Vargas.

Objetivo geral: Analisar e Interpretar as manifestações da classe trabalhadora no Estado Novo a partir da análise da imagem a seguir.

Objetivos específicos:
● Interpretar junto aos alunos as medidas tomadas pelo Presidente Getúlio Vargas, a fim de se tornar um herói perante a população trabalhadora.
● Fazer os alunos questionarem os efeitos da CLT. Essas leis foram criadas somente em favor da classe trabalhadora? Onde ficavam os interesses do governo e dos empregadores?
● O que levou os trabalhadores a retratar nos cartazes o progresso e a industrialização ao nome de Vargas?

Metodologia: Iniciar a aula com a apresentação da imagem do movimento que ficou conhecido como “Queremismo” (Rio de Janeiro, 1945), a fim de mostrar a outra face do governo Vargas.     
                                

Imagens do movimento: Queremos Getulio.[1]

● Como Vargas conseguiu cair no gosto popular, se tornando um mito nas classes populares?

● Getulio Vargas, pai dos pobres?

Getúlio Vargas assumiu o poder em 1930, após comandar a Revolução de 1930, que derrubou o governo de Washington Luís. Seus quinze anos de governo seguintes caracterizaram-se pelo nacionalismo e populismo. Sob seu governo foi promulgada a Constituição de 1934. Fecha o Congresso Nacional em 1937, instala o Estado Novo e passa a governar com   poderes ditatoriais. Sua forma de governo passa a ser centralizadora e controladora. Criou o DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda) para controlar e censurar manifestações contrárias ao seu governo. Aqui a propaganda foi intensamente utilizada. Seu objetivo era saber o que o povo ouvia nos rádios, via nos programas de televisões, até mesmo nas cartilhas escolares vinham às realizações e metas do governo para que as crianças fossem informadas e chamadas para contribuir para a construção de um Brasil grande e moderno por meio do estudo e do trabalho. Foi criada a Hora do Brasil, com o intuito de estar massificando o pensamento da população. Getúlio tinha medidas autoritárias em seu governo e ao mesmo tempo lançava a CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) e ele caia no gosto popular. A população aclamava Getúlio como o Pai dos Pobres.

Perseguiu opositores políticos, principalmente partidários do comunismo. Apesar de terem sido feitas mudanças importantes é preciso destacar que o Estado Novo, além de autoritário, tinha características fortemente tradicionais. Não se deve esquecer que as oligarquias regionais continuavam bastante poderosas e que Vargas, era originário da oligarquia gaúcha.

Com o objetivo de controlar a população trabalhadora, Vargas conquista à confiança dos trabalhadores, criando a  Justiça do Trabalho (1939) instituiu o salário mínimo, a Consolidação das Leis do Trabalho, também conhecida por CLT. Os direitos trabalhistas também são frutos de seu governo: carteira profissional, semana de trabalho de 48 horas e as férias remuneradas, tudo a favor do beneficio dos trabalhadores. Assim ele passa a ser o trabalhador n° 1 do Brasil.

Getúlio Vargas investiu muito na área de infraestrutura, criando a Companhia Siderúrgica Nacional, a Vale do Rio Doce, e a Hidrelétrica do Vale do São Francisco. Em 1938, criou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Saiu do governo em 1945, após um golpe militar.

Embora tenha sido um ditador e ter governado com medidas controladoras e populistas, Vargas foi um presidente marcado pelo investimento no Brasil. Além de desenvolver o parque industrial brasileiro, tomou medidas favoráveis aos trabalhadores. Aqui ele passa a ser adorado e recebe o título de “pai dos pobres” e ao mesmo tempo “mãe dos ricos”, pois ele ajudava a controlar as revoltas dos trabalhadores, garantindo a ordem política e a estabilidade social, mantendo os trabalhadores satisfeitos e sem greves. Assim os empregadores iam aumentando os seus lucros. Foi na área do trabalho que deixou sua marca registrada. Sua política econômica gerou empregos no Brasil e suas medidas na área do trabalho favoreceram os trabalhadores brasileiros. Por isso Getulio era aclamado pela população através do movimento que recebeu o nome de Queremismo, período em que o Estado Novo chegava ao fim e a população trabalhadora saia às ruas aclamando: Queremos Getúlio.

RESULTADOS ESPERADOS: Que os alunos formulem seus próprios questionamentos acerca do Estado Novo e da consolidação das leis trabalhistas e que os mesmos percebam que Getulio Vargas soube conduzir a população trabalhadora e ao mesmo tempo privilegiar os empregadores e conduzir o seu governo sob uma ditadura disfarçada.




[1] Imagem do movimento Queremismo. Rio de Janeiro 1945. Retirado do site Google. Acesso em 26/11/2012.
* Trabalho da disciplina Prática de Ensino em HVI sob a orientação da professora Ana Eugênia Nunes de Andrade.

Projetos de Independência


Taís Cristina dos Santos

Delimitação do tema: Cenas da Independência

Problematização:Como o processo de Independência influenciou a separação politica do Brasil?

Objetivo Geral: Levar para a sala de aula material necessário (imagem) para entendermos os significados do dia 7 de Setembro de 1822 e entender como a emancipação deu-se apenas na esfera política.

Objetivos Específicos
  • Entender que o 07 de setembro de 1822 não foi um ato isolado do príncipe D. Pedro, e sim, um acontecimento que integra o processo de crise do Antigo Sistema Colonial.
  • Analisar as práticas culturais e religiosas expostas na imagem e no contexto do livro didático.
  • Perceber que a Independência do Brasil, restringiu-se à esfera politica, não alterando em nada a realidade socioeconômica, que se manteve com as mesmas características do período colonial.


Metodologia


Imagem 01 – Independência ou morte. Óleo de François René Moreaux. A imagem do Grito do Ipiranga foi idealizada e enaltecida pelos pintores contratados pelo governo para registrar o episódio.


  • O que a imagem vem nos dizer em relação à Independência do Brasil?
  • Qual a relação da imagem com a luta das elites?
  • Por que a Independência defendia diferentes propostas?

* Trabalho da disciplina Prática de Ensino em HVI sob a orientação da professora Ana Eugênia Nunes de Andrade.

Da fazenda à fábrica: o operário em construção


Jonatas Roque Ribeiro

O livro Brasil: uma História em construção, de José Rivair Macedo e Mariley Oliveira, é destinado as crianças do 6° ano do Ensino Fundamental I e aborda discussões históricas voltadas para a linha historiográfica da História Social. As narrativas históricas discutem os fatos mais significativos da História do Brasil, enfatizando os variados sujeitos sociais e correlacionando as discussões da história nacional com as discussões de sociedade e cotidiano. As fontes funcionam como complementos às discussões históricas. Os textos complementares são interdisciplinares e assinados por estudiosos das mais variadas áreas das ciências humanas e sociais, como Raimundo Nina Rodrigues, Silvana Goulart, Maria Decca, Luiz Gonzaga Júnior, entre outros.  Os questionários são compostos por perguntas interpretativas e textos complementares muito ricos. A própria titulação do livro já sugere uma leitura crítica e construtiva.


Delimitação do tema: Lá vai mais um operário: sou eu que vou trabalhar!

Problematização: A disciplinarização do cotidiano fabril durante o processo de industrialização no Governo Vargas.

Metodologia: Espera-se que através do uso de imagens, os alunos consigam analisar, interpretar e compreender a construção histórica e as práticas cotidianas durante a industrialização do Brasil no Governo Vargas.

I
Imagem 1- Trabalhador em indústria automobilística, p. 80.


A imagem mostra um trabalhador montando as partes do que será um futuro veículo. Há a presença de equipamentos e máquinas modernas, além do que as indústrias automobilísticas é um sinal de economia forte e riqueza, pois se há a fabricação de carros, é porque há consumidores para comprá-los. Mas qual é a principal fonte econômica do nosso país atualmente, e qual era a principal fonte econômica durante o Governo Vargas? Qual a intencionalidade e necessidade de transmitir a imagem de um país industrializado? Quem lucrava e quem lucra com as rendas da economia industrial nacional? Os operários, onde estão eles na história, na sociedade e na cultura brasileiras?

País industrializado para quem?
Onde ocorreram estes processos de industrialização?
Quem eram e como viviam os operários?
Brasil, país realmente, industrializado?


Resultados Esperados: Espera-se que os alunos compreendam em que momentos, contextos, espaços e intensidades se deram os processos de industrialização do Brasil, e como os discursos políticos vigentes usavam destes processos para manterem e legitimarem suas ideologias e culturas sócio-políticas.

* Trabalho da disciplina Prática de Ensino em HVI sob a orientação da professora Ana Eugênia Nunes de Andrade.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Brasil: movimentos de protesto no regime militar



Fernando Henrique do Vale

Delimitação do Tema: As classes beneficiadas pelo milagre econômico.

Problematização: Os movimentos populares contra as repressões do Governo Geisel.

Objetivo Geral: Levar os alunos a compreenderem as ações do “Governo Militar”, observando as ações do Governo Geisel e consequentemente o que levaram os diferentes sujeitos sociais a protestarem contra as medidas autoritárias do referido presidente.

Objetivos específicos:
·         Levar os alunos, através da imagem, observar o contexto que proporcionou o movimento de reivindicação (greves) e as ações repressoras dos militares diante dessas pessoas.

Metodologia:

Objetivo Específico - Fonte: Imagens


Imagem 01: Greve Sindical em São Paulo, 1978
Líder: Luis Inácio Lula da Silva[1]


  • Como a imagem acima relaciona com o tema proposto?
  • Qual a situação da classe social mais pobre durante o período do milagre econômico? Quais eram suas reivindicações?
  • Por que a classe social  mais pobre é apagada do material didático, ou só aparecem reivindicando seus direitos, em greves ou movimentos de protestos?
  • Quais sujeitos sociais observamos na imagem acima?

Resultados esperados: Espera-se que os alunos possam compreender sobre a situação que o Brasil estava passando perante o Governo ditatorial de 64, observando e refletindo sobre as ações de seus governantes e o reflexo na sociedade brasileira, podendo ser percebidas nas análises das diversas fontes, indo além do material didático proposto pela instituição.




[1]Disponível no site: http://jornalismosindical.wordpress.com/historia-sindical-brasil/, acessado em 06/11/2012. 
* Trabalho da disciplina Prática de Ensino em HVI sob a orientação da professora Ana Eugênia Nunes de Andrade.

A família real no Brasil


Silas Azevedo Eugênio

Delimitação do tema: As diversas representações de D. João VI.

Problematização: Como D. João VI é representado nas diversas fontes históricas?

Metodologia: Usar cenas do filme Carlota Joaquina: a princesa do Brasil para mostrar como D. João VI é representado de forma caricata, fazendo com que os alunos percebam que assim como as demais fontes históricas o filme também é uma representação e não a realidade em si.


Cena do filme Carlota Joaquina: a princesa do Brasil


Cena do filme Carlota Joaquina: a princesa do Brasil


  • Porque D. João VI foi representado como comilão, gordo, sujo, desajeitado e descabelado?

  • Qual a intenção de mostrá-lo desta forma?

  • Como ele é representado em outras fontes?

  • O porquê desta imagem caricata de D. João?

Resultados esperados: Que os alunos atentem para a representação de D. João VI no filme e não a tomem como verdade absoluta, e sim como uma representação. Que eles percebam que todas as fontes carregam em si um pouco de quem as produziu e do imaginário da época. E ao final possam elaborar seus próprios questionamentos acerca da figura de D. João VI e suas representações nas fontes históricas.

* Trabalho da disciplina Prática de Ensino em HVI sob a orientação da professora Ana Eugênia Nunes de Andrade.

O governo Luiz Inácio Lula da Silva – ‘Lula’



João Marcos Alexandre

Delimitação do tema: As controvérsias do governo Lula

Problematização: Será que o governo Lula só trouxe melhorias para nosso país?

Objetivo Geral: Levar para a sala de aula material necessário para a compreensão dos antecedentes do governo Lula, permitindo, assim o aluno entender este contexto histórico através da literatura de cordel, compreendendo e questionando a imagem deste presidente.

Objetivos Específicos


  • Compreender a imagem que Lula passava à sociedade brasileira antes de se tornar presidente e compará-la com a atual;
  • Compreender o contexto histórico referente ao governo Lula e levantar os questionamentos, os problemas e as tensões oriundas desta época e os efeitos da mesma na nossa realidade atual;
  • Analisar a forma como Lula é passado na literatura de cordel, analisando também o autor da obra e para quem a ela se destina;

Metodologia

Fonte: Literatura de cordel – Lula: o Matuto que conquistou o Brasil
Autor: Gonzaga de Garanhuns

Esta vitória de Lula
Foi muito bem merecida
Para surgir no Brasil
Melhor condição de vida
E nossa população
Se sentir mais garantida’

‘Lula agora está aí
Levando o país em frente
Tirando da decadência
O nosso Brasil potente
Ficando em nossa história
Por esta grande vitória
De Lula para presidente[1]

1 – Para qual público esta obra se destina?
2 – De qual região do Brasil este tipo de obra é oriunda?
3 - Será que todos, sem exceção, foram beneficiados e tiveram melhores condições de vida com o   governo Lula?
4 – Como Lula é mostrado segundo o autor da obra?
5 – Qual o tipo de linguagem que o cordel traz? Por que ele traz este tipo de linguagem?

CONSIDERAÇÕES FINAIS
           
Trabalhar com a literatura de cordel significa, antes de mais nada, romper as barreiras e limites geográficos, uma vez que provém da cultura nordestina e de caráter tipicamente popular. Assim, quando trabalhamos com essa fonte em sala de aula, devemos explicitar as identidades, as práticas e os costumes dessa região do Brasil.

Também entendemos que o cordel que foi trabalhado no plano de aula acima se refere assim ao ex-presidente Lula provavelmente porque este é proveniente da região Nordeste, e foi responsável por levantar esta região tão antes esquecida por nossos governantes. Além disso, antes de estudá-lo, devemos também pesquisar referências sobre o autor e, segundo pesquisas, o autor Gonzaga de Garanhuns é proveniente de Pernambuco, localizado na região Nordeste deste país. Isso também nos mostra sua opinião a respeito do nosso ex-presidente da República.

Luiz Gonzaga de Lima[2] nasceu em 1943 e tem em suas principais trabalhos com cordéis temas como o cangaço, Luiz Gonzaga e história da sua cidade.

Cabe ao professor mostrar ao aluno também, não somente o que vem escrito no cordel, mas também, através dele e de outras fontes auxiliares, compreender a personalidade, a imagem pública de Lula através dos tempos, desde seu cotidiano pobre no Nordeste até virar um líder sindical na região do Grande ABC, e mais tarde, mudar sua imagem, seu discurso e até mesmo o seu modo de vestir.

Cabe ainda ao professor mostrar a presença da oralidade, da literatura em versos, da performance que são características do cordel, e que este nome deriva porque, os cordelistas, quase sempre os mesmos que vendem suas obras nas feiras ou bancas das grandes cidades, os penduravam em cordas com prendedores.

Hoje em dia também esse tipo de obra não são tão valorizados pela sociedade, talvez porque são característicos de uma cultura popular e nordestina, quase sempre motivos de estereótipos e preconceitos por grande parte dos brasileiros. Cabe mostrar que no Nordeste também há cultura, uma linguagem e sotaques diferentes, o que também nos remete à época da colonização, pois lá que deu origem ao embrião do nosso futuro país.

Diante de tudo isso, a literatura de cordel serve como importante instrumento metodológico e didático, além de ser fonte histórica para análise de determinado contexto histórico, além de base para entendermos o social, o cultural e o político por trás. Claro que sua utilização não deve ser separada de outros instrumentos e fontes metodológicas para auxílio didático.

Mais que literatura, o cordel também significa arte e criatividade, e também significa quebrar com os preconceitos que se tem da região Nordeste do país. Além disso, facilita na leitura e interpretação de textos, por ter uma linguagem fácil e acessiva aos jovens, e desenvolve o senso crítico, questionável e debatedor dos alunos.

Também põe em contato o aluno com a tradição oral, tão banalizada hoje em dia, além de promover a criatividade em fazer poesias e rimas, podendo também o professor fazer uma interdisciplinaridade com disciplinas como Português e Geografia.




[1] GARANHUNS, Gonzaga de. Lula. O Matuto que Conquistou o Brasil. Recife, Editora Coqueiro, p. 01, 08.
[2] Disponível em: http://anchietabarros.blogspot.com.br/2012/03/gonzaga-de-garanhuns.html. Acesso em 24/11/2012.
* Trabalho da disciplina Prática de Ensino em HVI sob a orientação da professora Ana Eugênia Nunes de Andrade.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

O excêntrico governo de Jânio Quadros


Bárbara Cristine Casallechi Fonseca Simões

Delimitação do problema: Jânio Quadros renuncia à presidência.

Problematização: Ideologias políticas sob o olhar do humor.

Objetivo geral: Analisar e Interpretar, através das charges, o olhar humorístico sobre a renúncia do presidente e como esse meio pode influenciar a opinião pública.

Objetivos específicos:

  • Contextualizar sua breve trajetória na Presidência da República e, principalmente, os motivos pelos quais o levaram a uma renúncia excêntrica como o próprio Jânio Quadros.
  • Entender como a queda do presidente foi interpretada pelo olhar humorístico.
  • Observar as relações existentes entre a charge como veículo difusor e sua influência na opinião pública, a partir das ideologias dos periódicos das quais ela é vinculada.
A renúncia, segundo Appe. (O Cruzeiro, 7 de outubro de 1961, nº52, ano XXXIII).



 
De acordo com Appe a renuncia de Jânio se deu como um suicídio político. Em sua charge, o presidente, com uma feição mais desvairada que do que a de costume pula de um prédio (a Presidência). Embaixo, a multidão (entenda-se o apoio popular, a burguesia, os políticos conservadores) corre para os lados, largando a rede que poderia salvar Jânio Quadros.

Resultados esperados

Espera-se que através da análise da charge e do conteúdo proposto, os alunos possam entender a função e a forma singular que a charge proporcionar sobre os acontecimentos, seus interesses e jogos políticos. Mostrando a realidade política através do riso numa época em que poucos sabiam ler e escrever.

* Trabalho da disciplina de Prática de Ensino em História VI sob a orientação da professora Ana Eugênia Nunes de Andrade.

Revolta da Vacina


Cássio Rafael Martins Santos                                      

Delimitação do tema: A participação social na revolta da vacina

Problematização: A resistência popular narrada na letra da música

Metodologia: Primeiramente deve-se trabalhar o contexto social e político no Rio de Janeiro, onde houve o movimento da vacina obrigatória com auxilio do material didático. Após os conhecimentos iniciais o professor utilizara de uma música (cançoneta), “Vacina Obrigatória” do interprete Mario Pinheiro juntamente com a letra encontrada no site de Franklin Martins no link http://www.franklinmartins.com.br/som_na_caixa_gravacao.php?titulo=vacina-obrigatoria. Em sala de aula e com auxílio de um dicionário o professor deve fazer um estudo inicial do vocabulário utilizado da época e também o significado de cançoneta. Feito esse exercício os alunos deverão interpretar e relacionar os termos, o contexto já visto anteriormente, juntamente com o sentido de resistência expressado na música, às vezes explícito, e muitas vezes, nas entrelinhas, mostrando a indignação e revolta diante do processo da vacina obrigatória.

Música

“Anda o povo acelerado com horror a palmatória
Por causa dessa lambança da vacina obrigatória
Os manatas da sabença estão teimando desta vez
Em meter o ferro a pulso bem no braço do freguês

E os doutores da higiene vão deitando logo a mão
Sem saber se o sujeito quer levar o ferro ou não
Seja moço ou seja velho, ou mulatinha que tem visgo
Homem sério, tudo, tudo leva ferro, que é servido.

Bem no braço do Zé povo, chega um tipo e logo vai
Enfiando aquele troço, a lanceta e tudo o mais
Mas a lei manda que o povo e o coitado do freguês
Vá gemendo na vacina ou então vá pro xadrez

Contam um caso sucedido que o negócio tudo logra
O doutor foi lá em casa vacinar a minha sogra
A velha como uma bicha teve um riso contrafeito
E peitou com o doutor bem na cara do sujeito

E quando o ferro foi entrando fez a velha uma careta
Teve mesmo um chilique eu vi a coisa preta
Mas eu disse pro doutor: vá furando até o cabo
Que a senhora minha sogra é levada dos diabos

Tem um casal de namorados que eu conheço a triste sina
Houve forte rebuliço só por causa da vacina
A moça que era inocente e um pouquinho adiantada
Quando foi para pretoria já estava vacinada

Eu não nesse arrastão sem fazer o meu barulho
Os doutores da ciência terão mesmo que ir no embrulho
Não embarco na canoa que a vacina me persegue
Vão meter ferro no boi ou nos diabos que os carregue.”[1]

Questionamentos:

1)       De que maneira o autor se expressa a respeito da Vacina Obrigatória na letra da música?
2)       O que a população pensava a respeito da vacina obrigatória?
3)       Qual a importância dessa música no contexto da época?
4)       Como as autoridades são retratadas na letra da música?
5)       A quem é destinada a crítica à vacina obrigatória?

Resultados: Espera-se que através dos estudos feitos como base para entender o contexto da época e da música o aluno possa interpretar, entender a forma de protesto, de resistência é feita também de outras maneiras, como na música que expressa nas entrelinhas ou explicitamente o descontentamento nesse período do início da república

Referência
Site – Franklin Martins. Disponível em:< http://www.franklinmartins.com.br/som_na_caixa_gravacao.php?titulo=vacina-obrigatoria> Acessado em 23/11/2012



[1] Interprete: Mario Pinheiro. Gênero: Cançoneta. Gravadora: Odeon.1904/1907.

* Trabalho da disciplina Prática de Ensino em HVI sob a orientação da professora Ana Eugênia Nunes de Andrade.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Egresso do curso de História da Univás é aprovado em 1º lugar no concurso do Estado de MG

Álvaro Ribeiro, egresso de História participa da comemoração dos 40 anos do curso

O curso de História da Universidade do Vale do Sapucaí (Univás) está em festa. O egresso Álvaro Nonato Franco Ribeiro foi aprovado em primeiro lugar no concurso público para professores de História da Secretaria de Estado da Educação. Ele fez o concurso para Pouso Alegre.

Para a coordenadora do curso de História da Univás, professora Andrea Silva Domingues, a aprovação do egresso em primeiro lugar demonstra o compromisso social do curso de História em estar formando profissionais capazes de ingressarem e obterem uma carreira de sucesso, seja na área do ensino ou da pesquisa, "pois ter um egresso aprovado em primeiro lugar em um concurso disputado como o da Secretaria Estadual de Educação, é confirmar que fazer História na Univás é saber lidar com o passado, o presente , sempre preocupados com um futuro melhor", disse.

A coordenadora do curso de História da Univás parabenizou todo o corpo docente e discente, que segundo Andrea Domingues, "em vários concursos para professores ou seleções de pós-graduação vem fazendo a diferença na sociedade e elevando o nome e o compromisso de nosso curso e da Universidade", finaliza.

Por Lucas Silveira
Ascom/Fuvs

domingo, 16 de setembro de 2012

Faça História na Univás


Isso é fazer História na Univás!


Inscrições na internet até 19 de novembro
www.univas.edu.br

Porque um estudante deve escolher o curso de História?

O curso de História forma historiadores que estejam capacitados a atuar na produção, transmissão e comunicação do conhecimento histórico, integrando atividades teóricas e práticas, levando o egresso a conhecer a história não como uma ciência do passado, mas sim, como uma área do saber que busca entender no presente o passado, com perspectivas para o futuro. Formando alunos capacitados a dominar os diferentes conceitos historiográficos e a revolução da historiografia. Os alunos atuam em laboratórios específicos, parcerias com a Escola Técnica de Eletrônica de Santa Rita do Sapucaí, consultorias históricas e oportunidade de monitorias e pesquisas remuneradas.

Como o estudante do curso de História poderá conquistar uma vaga no mercado de trabalho?

Além do mercado de trabalho nas escolas, que se mantém estável e com vagas para profissionais capacitados, novos campos de atuação vêm crescendo constantemente, aumentando a demanda e oportunidades bem remuneradas para historiadores em empresas privadas, órgãos públicos, agências de turismo, museus, centros culturais, editoras de livros didáticos e paradidáticos, cinema, televisão, consultorias e entidades de apoio à cultura, para atuar principalmente nas áreas de pesquisa histórica, preservação do patrimônio e da memória histórica. O curso tem como diferencial: aulas práticas, viagens técnicas e participação em eventos científicos nacionais e internacionais.

Conheça o corpo docente do curso de História da Univás

Alexandre Carvalho de Andrade
Licenciado e Bacharel em Geografia, Especialista em Geografia do Turismo e Mestre em Geografia pela UNESP - campus de Rio Claro (2005). Atualmente é doutorando em Geografia: Organização do Espaço pela Universidade Estadual Paulista - campus de Rio Claro, onde é pesquisador do NEA - Núcleo de Estudos Agrários. É professor e pesquisador do Departamento de História da Universidade do Vale do Sapucaí (Univás/Pouso Alegre) e professor da Faculdade Victor Hugo (São Lourenço). 
Alexandre de Andrade Brianese
Possui especialização em História, Sociedade e Cultura e graduação em História pela Universidade do Vale do Sapucaí (2001). Atualmente é professor do ensino fundamental, médio e pré- vestibular do Colégio São José e professor colaborador da Universidade do Vale do Sapucaí - Univás.

Ana Carolina Sales Oliveira
Possui graduação em Fonoaudiologia pela pontifícia universidade católica de campinas (2005). Especialização em linguagem pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Especialização em informática em Educação pela Universidade Federal de lavras. Especialização em libras pela Faculdades Integradas de Jacarepaguá. Especialização em Audiologia pelo Cefac. Mestre em ciências da linguagem (capes 3) pela universidade do vale do sapucaí. Tem experiência na área de Fonoaudiologia, atuando principalmente nos seguintes temas: Audiologia clinica e ocupacional, linguagem e surdez.
 
Ana Eugênia Nunes de Andrade
Mestrado em Ciências da Linguagem pela Universidade do Vale do Sapucaí (Univás). Especialista em Historiografia pela Univás. Graduada em Jornalismo e História pela Univás Atua na área da docência desde 1992. Atualmente leciona nos cursos de História, Publicidade e Propaganda. Faz parte do quadro de pesquisadores da instituição nos grupos de pesquisa: Discurso, Ciência, Historicidade; Núcleo de Estudos Culturais; Discurso, Memória e Processos Identitários na região do sul de Minas; Estudos em Análise de Discurso e Publicidade. Atuou no Projeto Acervo Institucional da Fuvs/Univás de 2007 a 2011 e coordenou o Laboratório de História Oral de 2009 a 2011. Atuou como jornalista responsável no Projeto de Extensão na área de jornalismo impresso de 2002 a 2007. Tem experiência na área de História, com ênfase em História Oral e Memória, História do Brasil, História e Ensino, História e Cidade atuando principalmente nos seguintes temas: cidade, cultura, política e educação. Na área de jornalismo tem experiência em jornalismo impresso, livro-reportagem e assessoria de comunicação.
 
Ana Rosa Nunes de Andrade
Possui graduação em História pela Universidade do Vale do Sapucaí (1976) e especialização pela mesma universidade em Historiografia Brasileira. Também possui o curso lato senso em História Moderna e Contemporânea, pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Atualmente é professora titular da Universidade do Vale do Sapucaí nas disciplinas História Antiga, História Medieval e Estágio Supervisionado.
Andrea Silva Domingues
Possui graduação em História Licenciatura Plena pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (1999), mestrado em História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2002) e doutorado em História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2007). Atualmente é professora titular, coordenadora do Curso de História, professora permanente do Mestrado em Ciências da Linguagem, professora colaboradora do Mestrado em Educação, pesquisadora e orientadora de diversos projetos de pesquisa de iniciação científica financiado pela FAPEMIG da Universidade do Vale do Sapucaí. Atua como ministrante de palestras e cursos de capacitação nas redes de ensino referente à Lei 10639/03 e o ensino de história da África e Cultura Afro-brasileira. Tem experiência na área de História, com ênfase em Iniciação a Pesquisa, Metodologia da História, Monografia, História oral e memória, atuando principalmente nos seguintes temas: cultura, memória, cidade, identidade africana e patrimônio.
 
Elizabete Maria Espíndola
Possui graduação em História - Licenciatura e Bacharelado pela Universidade do Estado de Santa Catarina e mestrado em História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2006). É professora colaboradora da Universidade do Vale do Sapucaí, lecionando no curso de graduação em História, é Coordenadora do LabDoc - Laboratório de Documentação Cartorial. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil Império, Escravidão africana, História da África, Pós-abolição, Gênero e Modernidade, atuando principalmente nos seguintes temas: Cruz e Sousa, mobilidade social, escravidão, modernidade, pós-abolição, cidadania, educação, sociedade e cultura. Atualmente desenvolve pesquisa de Doutorado na área de História Social da Cultura pela UFMG com o tema: Antonieta de Barros, educação, cidadania, gênero e mobilidade social em Florianópolis na primeira metade do século XX.
 
José Carlos da Silva Oliveira
Possui graduação em Psicologia pela Universidade São Francisco (1978), graduação em Pedagogia pela Universidade do Vale do Sapucaí (1981), especialização em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (1982), especialização em Psicopedagogia pela Universidade do Vale do Sapucaí (1995), especialização em Psicologia Clínica pelo Conselho Regional de Psicologia Minas Gerais (2002), especialização em Psicologia Jurídica pelo Conselho Regional de Psicologia Minas Gerais (2002), especialização em Sociologia pela Faculdades Integradas de Jacarepaguá (2009), mestrado em Psicologia pela Universidade São Francisco(2001) e aperfeiçoamento em A Psicologia e o Direito de Família pelo Centro de Estudos Avançados em Psicologia(2010). Atualmente é Professor Titular da Universidade do Vale do Sapucaí, Professor Adjunto da Faculdade de Direito do Sul de Minas e Professor da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais. Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Fundamentos e Medidas da Psicologia. Atuando principalmente nos seguintes temas: Avaliação da Ansiedade, Pacientes ambulatoriais, escala. 
José Roberto Gonçalves
Graduação em Jornalismo pela PUC-Campinas (1995), mestrado em Multimeios pela UNICAMP (2002), doutorando em História Social pela PUC-SP. Atualmente é professor titular da Universidade do Vale do Sapucaí e Faculdades Atibaia - Faat. Disciplinas ministradas: fotojornalismo, legislação e ética no jornalismo e fotografia publicitária. Desenvolve projetos na área de preservação da memória imagética de comunidades e coordena o setor de Arquivos Especiais (fotografia) do Centro de Memória da FUVS/Univás.
 
Juliano Hiroshi Ikeda Ishimura
Possui Graduação em História pela Universidade do Vale do Sapucaí. Tem experiência na área de História, com Mestrado em História Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Atualmente é professor do Departamento de História da Universidade do Vale do Sapucaí, atuando principalmente nas seguintes áreas: história oral, cultura popular, cultura, memória, cidade e patrimônio.
 
Maria Lucia Pagliarini Saponara
Possui graduação em Letras pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (1977) e mestrado em Letras pela Universidade Federal de Minas Gerais (1990). Atualmente é professora assistente do curso de História da Universidade do Vale do Sapucaí, professora do curso de Letras da Universidade do Vale do Sapucaí e professora do curso de Publicidade e Propaganda da Universidade do Vale do Sapucaí. Tem experiência na área de letras, com ênfase em literatura brasileira e literatura infanto-juvenil.
 
Marilda de Castro Laraia

Possui graduação em História pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras “Eugênio Pacelli ”(1991) e graduação em Pedagogia pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras “Eugênio Pacelli” (1984). Atualmente é professora da Faculdade Católica de Pouso Alegre e da Universidade do Vale do Sapucaí - Univás. Especialista em didática, docência do ensino superior, educação infantil e psicopedagoga no processo de ensino. Mestrado em andamento em Ciências da Linguagem.

Rubens Barros Laraia
Possui graduação em Direito pela Faculdade de Direito do Sul de Minas (1980) e graduação em História pela Universidade do Vale do Sapucaí (1975). Especialização em Historiografia (1995) e Especialização em História, Sociedade e Cultura (2010). Atualmente é professor da Universidade do Vale do Sapucaí. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil, História de Minas Gerais e História Contemporânea.

Pesquisa no curso de História

O método da pesquisa e a prática da pesquisa histórica e o desenvolvimento de atividades interdisciplinares, são hoje a ordem do dia. A necessidade de salvaguardar um olhar novo, de problematizar temas na história, é percebida por inúmeros historiadores e demais profissionais de ciências humanas. Pesquisa num sentido amplo é, toda atividade voltada para solução de problemas, como atividade de busca, indagação, investigação da realidade. E a atividade que vai nos permitir, no âmbito da ciência, elaborar um conhecimento, ou um conjunto de conhecimentos e descobertas do "real". Sendo assim, toda pesquisa tem uma intencionalidade, que é de elaborar conhecimentos, de interpretar e transformar a realidade. Neste trilhar que o curso de História realiza diferentes pesquisas relacionadas às práticas culturais e maneiras de se fazer no Sul de Minas Gerais, sendo diversos acadêmicos contemplados com bolsas de pesquisa através de apoio da FAPEMIG e da Univás, bem como com o direcionamento de egressos para diferentes programas de pós-graduação do país e da América latina. Importante ressaltar que na área das licenciaturas o Curso de História é vanguarda regional na área de pesquisa.

Extensão: História além dos muros da Univás

Atendo as necessidades de atividades práticas e teóricas que levem o acadêmico de História a entender o tripé universitário que é ensino, pesquisa e extensão, bem como com a preocupação da integralização do curso entre docentes, discentes e egressos realizamos diversos eventos que proporcionam momentos de aprendizado e de lazer, efetivando a sociabilidade e a responsabilidade social do educador de História. Por isso todos juntos através dos eventos construímos muitas memórias e outras histórias, efetivamos o FAZER HISTÓRIA na UNIVÁS!

Laboratório de História Oral – LHO

O Laboratório de História Oral da Univás tem por objetivos fornecer condições para o aprimoramento da capacitação científica no campo da História, tendo em vista preparar futuros professores e pesquisadores. Também busca enfatizar a oralidade e a imagem como fontes documentais, tendo em vista seus usos e tratamentos. Além de criar uma dinâmica para a Universidade, tendo em vista marcar sua presença de forma crítica na sociedade local. Localiza-se no prédio da Unidade Fátima, na Avenida Tuany Toledo 470 - Pouso Alegre.

Laboratório de História – Acervo Institucional Fuvs/Univás

O Acervo Institucional Fuvs/Univás tem por objetivos fornecer condições para o aprimoramento da capacitação científica no campo da História, tendo em vista preparar futuros professores e pesquisadores. Além de criar uma dinâmica para a Universidade, tendo em vista marcar sua presença de forma crítica na sociedade local. Localiza-se no prédio da Unidade Fátima, na Avenida Tuany Toledo 470 - Pouso Alegre. O Acervo Institucional Fuvs/Univás é um dos laboratórios de pesquisa do curso de História. Nele os acadêmicos encontram a possibilidade de participar de cursos e treinamentos na área de catalogação, preservação e análise de fotografias. O Acervo proporciona também, vasto material iconográfico para a realização de pesquisas históricas de Pouso Alegre e região.

Curso de História na rede

Laboratório de História Oral: http://laboratoriohistoriaoral.blogspot.com.br/
Acervo Institucional Fuvs/Univás: http://acervoinstitucionalfuvsunivas.blogspot.com.br/


Processo seletivo 2013 - Inscrições abertas

As inscrições para o Processo Seletivo 2013  do curso de História da Univás estão abertas, no período de 10 de setembro a 19 de novembro. Elas poderão ser feitas somente pela internet. O valor da taxa de inscrição é  de R$ 50,00 (cinquenta reais), com desconto de R$ 10,00 para quem fizer o pagamento até 30 de outubro. De 30 de outubro a 19 de novembro não há desconto na taxa de inscrição.

As provas serão aplicadas em Pouso Alegre, no dia 25 de novembro, das 14h às 18h, na unidade Fátima da Univás.

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